Sobre filhos e escolhas

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Bem polêmico esse assunto, mas a ideia não é anguariar partidários

Tenho convivido com amigos pais e mães.

Muito legal.

Ver que pequenos seres são moldados, espelhando-se nos pais. E o quanto educar é trabalhoso.E acho que prazeroso pq não vi ninguém querendo devolver as crianças.

Mas, a cada dia que meu relógio biológico vai se distanciando da minha foto no Face dando de mamar, e eu e o Dani ( meu marido) estamos firmando a nossa convicção de sermos, nessa encarnação a Tia Jalu eo Tio Dani, a Dinda Dialu e o Dindo Dani.

Óbvio que me dá medinho.

É uma decisão muito mais social que definitiva.Pq eu POSSo ser mãe adotiva. Ou seja, nesse amor não há prazo.

Pq o amor pode ser destinado sem vínculos biológicos como garantia de afinidade entre os envolvidos.

Certo que eu não tendo filhos, vou deixar de curtir várias cenas lindas.Mas não ser mãe tb vai me dar a oportunidade de continuar sonhos que tb vão me trazer imagens lindas.

Tudo é possível, mas para muitos (com licença, fodam-se) quem é casado, como eu, não ter filhos soa como um atentado ao objetivo do casamento.Vão ser cristãos e ajudar crianças abandonadas ao invéns de pregar caridade com as estrias e as contas dos outros.

Esse texto não é definitivo.Ainda.

Bjalus

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Um comentário sobre “Sobre filhos e escolhas

  1. Lisiê Bortolanza Ferraz

    Jalusa!
    Adorei teu post!
    Eu tbém penso assim. Praticamente decidimos que não vamos ter filhos. Alguns amigos quando ouvem isso pensam e alguns falam que somos loucos, que vamos nos arrepender e blá, blá, blá! Mas não é por aí. Adoro crianças, mas não quero ter o meu filho. Isso não é ‘atentado’ aos deveres do casamento ou à religião. Penso que o mundo de hoje exige muito e valoriza mais o ‘ter’ do que o ‘ser’. Além do mais, os valores que os pais passam aos filhos representará ao longo da vida da criança apenas 30% de tudo que elas vão ter contato… então os 70% ‘de fora’ são bem capazes de levar ‘por água abaixo’ todos os ensinamentos dos pais. Não ser mãe não significa ‘ficar sozinha’ na velhice – até pq ter filho não é garantia de ter sempre um filho por perto – lembrem-se que os filhos têm que ser educados pro mundo… então… Ah, e tem mais uma coisa: tem aquelas pessoas que têm filhos apenas para satisfazer uma imposição da sociedade (conheço gente assim), ou seja, que têm filhos para que ‘os outros’ vejam e digam: ela ‘cumpriu seus deveres, casou e teve filhos’… Enfim, eu acho que ter filhos não pode ser uma ‘obrigação’ e sim um desejo. No meu caso e do meu marido, não tê-los é uma opção consciente. Sei que ainda podemos mudar de ideia e que também poderemos adotar, mas hoje temos certeza que não queremos e não somos menos felizes por isso. Somos muito felizes, sim, obrigada! Jalu, te indico um livro bem interessante: “Sem filhos” de Corinne Maier. Bjs e parabéns pelo post!

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