Scalzilli Futebol Clube

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Scalzilli Futebol Clube

O poder da integração no clima organizacional
A iniciativa de uma colega, no nosso caso da Luana, em fazer a lista para o futebol deu amostra após a partida de ontem, o quanto essa integração pode mudar a forma que conhecemos nossos colegas, melhorar a nossa comunicação e nosso bem estar.
Para quem como eu, falar é um hábito tão natural, a integração apenas potencializa essa minha característica (nasci saliente, fazer o que?). Entretanto, para quem muitas vezes tem maior dificuldade de comunicação, a integração é uma preciosa ferramenta de se revelar novos comunicadores.
O esporte pode ser um lugar onde desligamos alguns de nossos filtros “castradores” e demonstrarmos nossa iniciativa, visão de equipe, resiliência. Em atividades em grupo somos impelidos pelo sentimento de união e pertencimento ainda mais potentes. Um fator que auxilia isso é a já conhecida endorfina, que faz que nosso cérebro vincule o bem estar a aquele grupo de pessoas.
Também pode ser um grande aliado para a diminuição do estresse, que nada mais é que o nosso grau de esgotamento pela adaptação diante de exigências externas (muito comum em ambientes de trabalho). A atividade física entra também então como um valioso fator de melhoria na qualidade de vida do grupo.
E não, não é achismo meu isso não, olha só:
A relação entre estresse e qualidade de vida tem recebido atenção dos pesquisadores brasileiros. Qualidade de vida é um estado de bem-estar físico, mental e social e não só a ausência de doenças. As pessoas que se consideram felizes atribuem sua felicidade ao sucesso em quatro áreas (social, afetiva, saúde e profissional). O estresse ocupacional interfere na qualidade de vida do indivíduo interagindo nas diversas áreas da sua vida. (LIPP & TANGANELLI, 2002)
O homem dedica boa parte de sua existência ao trabalho e o aparecimento de doenças pode estar associado aos impactos da organização do trabalho sobre a saúde, o bem-estar físico, mental e social dos trabalhadores. A presença de fenômenos como estresse e gestão das emoções no trabalho são fatores que favorecem o aparecimento de processos de adoecimento, implicando uma dinâmica de forças, por vezes contraditórias, dos atores da organização que pretendem garantir a saúde e a produtividade (CAMPOS & COSTA, 2004).
Viu só?
Por isso parabenizo a atitude da Luana em nos chamar para o futebol, á todas as meninas que foram. Agradecemos ao Conrado, nosso incentivador e fotógrafo. Também ao patrocínio do alguel da quadra pelo Scalzilli FMV!!Valeu mesmo, foi muito legal!! A princípio vamos ficar de 15 em 15 dias com a nossa atividade física em grupo, fica aqui o registro para quem não pode ir se organizarem para comparecerem na próxima. E #FICADICA aos colegas homens que também façam o mesmo.
Não quis comentar nenhum lance bola cheia ou bola murcha, primeiramente para deixar na curiosidade dos leitores e até porque quem joga não pode ser comentarista.
Mas, posso revelar o placar iniciou 3 x 0 para as sem colete e houve uma virada das com colete ficando 4×4 e que a Ana Carolina pode pedir uma música que nem o artilheiro do Fantástico!!!
Beijos.
Jalusa

Projeto Gestão do Conhecimento em ação

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Projeto Gestão do Conhecimento em ação

Bom dia povo de Deus
Imagina alguém feliz?Agora multiplica até o infinito.
Na foto o meu filho na primeira semana de gestação.
Meu Mestrado é em Gestão educacional e o meu tema vai ser a Gestão do Conhecimento em ambientes corporativos jurídicos.
Como a minha linha de pesquisa é educação corporativa, minhas perguntas iniciais são:
Quais os sentimentos que a aplicação das avaliações e as anotações dos casos no caderno gerarão aos pesquisados?
Como eles detectaram a utilidade ou inutilidade desse projeto?
Porque esse método tem como princípio que em uma relação de aprendizagem, seja em sala de aula ou em um ambiente de trabalho, todos ensinam e aprendem, pois todos nós temos um “saber” gerado na prática
Só eu sei o que eu senti ao ouvir da minha mãe sexta passada a frase: Não sei onde eu e teu pai e eu erramos contigo, ao se referir que eu não tive sucesso nas carreiras tradicionais jurídicas.
Não guardo mágoas dela, porque ela apenas falou o que a grande maioria pensa quando alguém se forma em Direito: que sinônimo de sucesso na profissão é ter um cargo top na área do concurso público que dê orgulho de falar o nome do cargo para os outros.
Mas o fato é q a minha competência está ligada a complexidade da entrega. Eu sei lidar com negócios complexos e demandam de método de trabalho voltado para que as pessos entreguem o que a empresa quer.Demorei para enxergar isso porque essa carreira dentro da Educação Corporativa é nova até para quem é da área da da Administração imagina no Direito.
Com a bagagem que adquiri ao longo de 07 anos no LFG e hoje no Scalzilli me dão a certeza que apenas demorei para encontrar o nome dessa carreira.

Vamos avante!!!
Bjos

Departamentalização

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Departamentalização: empresa não é currículo

Hoje olhamos as escolas seriadas como se fosse normal dividir para aprender. Mas essa cultura da divisão de disciplinas tem tudo a ver com a divisão de poder lá pelos idos de 1700 a 1800. Na era medieval tudo era justificado pelo poder do “Divino”, a Igreja e o Rei eram a mesma coisa. Nada era provado senão pelos dogmas da Igreja. Quem viu o filme “O nome da Rosa” deve lembrar daquela cena clássica do monge colocando veneno nas páginas do livros. O conhecimento como vemos hoje (ciência) era temido porque era possível provar coisas contrárias a esses dogmas. Bueno, aí vieram os iluministas e colocaram a razão como centro do conhecimento. Tudo tem que ser provado, então veio a ideia do conhecimento  enciclopédico. Separar para provar. Dividir para aprender. E no andar da carruagem virou normal tudo separado por disciplina, onde se não começa a aula do tópico 1 não se aprende o tópico 2. E para preservar o poder dos especialistas as disciplinas não se comunicavam. Essa visão foi apropriada pelo capitalismo no que tange as relações de poder na era industrial. Nasceu aí os departamentos. Com isso por anos e anos permaneceu a ideia de que o que diz respeito ao meu setor ninguém precisa saber e que a responsabilidade é também medida por especialidade. Mas, graças aos físicos e a teoria do caos, essa departamentalização vem sendo questionada no ensino e no ambiente corporativo. Essa teoria de que tudo está inter-relacionado e que o cenário inicial é reorganizado tantas as vezes que o contexto mudar nunca esteve tão presente.  Esses estudos da física quântica reforçam que na era do poder da informação, com a força da globalização da internet e redes sociais as áreas que não se comunicam, tendem mais dia, menos dia se trumbicam. A reputação das empresas quanto ao serviço prestado está nas mãos da força da informação que as áreas das empresas trocam umas com as outras. Nunca o hasteg #TAMOJUNTO fez tanto sentido para a rentabilidade e reputação das organizações. 

Jalusa