Coisas que aprendi na vida corporativa II

Padrão

 

Que assim como as pessoas, as empresas precisam exercitar o o autoconhecimento;

Que a melhor maneira de conhecer a cultura que existe de fato na empresa (e que nem sempre é aquela que querem os donos e diretores) é perguntando para um funcionário com 30 dias de casa como ele sentiu-se até agora;se ele não falar confortavelmente sobre  a cultura da empresa, o primeiro problema já está posto;

A forma que a empresa comunica-se internamente determina a sua capacidade de entregar satisfação para o cliente;

E-mail não é lugar de registro da memória organizacional de procedimentos;

Que não existe a melhor gestão e sim metas dentro de uma gestão possível situada em um contexto histórico, social e político;

Que trabalhar sem uma busca pelo pertencimento da equipe é gastar mais e mais em demissões e recontratações;

Que o melhor caminho para construir o pertencimento é ouvir primeiro e integrar a equipe nas ações que refletem na forma como a empresa quer ser vista;

Para uma comunicação interna clara reforce entre as áreas a importância de cada área no processo;

Ninguém treina ninguém, quem treina é adestrador. Empresas vencedoras desenvolvem habilidades e sabem que aprendem com isso no processo de aprendizagem dos colaboradores.

Que se as pessoas enxergam sentido nas suas práticas (saber fazer) da empresa, não vão fazer de qualquer jeito. Isso demonstra se elas estão habilitadas ou foram “treinadas” (método da repetição);

Que o RH não trabalha sozinho, que os Gestores devem entender de desenvolvimento de pessoas;incluindo o seu.

Que líderes precisam entender que quem “ensina” “aprende” e que liderança não é titulação;

Por fim, empresas vencedoras sabem que precisam sempre ouvir pessoas com um olhar estrangeiro para alertá-las que é preciso de vez em quando trocar as lentes e ver além.

 

Jalusa

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