No drama

Padrão

Eu tenho dificuldade quando não consigo algo que quero.

Eu tenho dificuldade de desistir de algo que sonho.

Eu não aceito quando não aprendo algo.

Eu aprendo mais quando eu erro.

Por isso quando teimo,não reclamo das consequências.Peço desculpas se minha teimosia prejudicou alguém.E sigo frente.

Anúncios

Espalhe amor

Imagem

espalhe-amor2

(Fonte da imagem):

http://www.frasesparaoface.com/frases-lindas-de-amor/page/10/

Oi gente

Tive que chorar no vídeo do Facebook live e recebi dois textos kkk

O primeiro é de uma amiga querida e de longa data , uma psicóloga cheia de habilidades, super mãe e mulher.

Ela fala há muito tempo sobre espalharmos amor. E ao contrário do que ela escreveu eu não inspirei a ela. Já estava tudo lá, dentro dela. Ela , assim como eu (e pela quantidade de gente que gostou da minha iniciativa dos bilhetes para os vizinhos) temos tudo para mover os outros através do exemplo. É que na maioria das vezes fazemos isso em silêncio.Não comunicamos. Acho que porque tudo parece tão pequeno, como se todo gesto tenha que ser mega para ter valor.

Sempre acreditei que precisamos ir ao encontro do outro. É preciso estarmos mais presentes para sentirmos mais. Mesmo que o sentir seja uma dor do processo de aprendizagem. Sabe quando a gente cresce na adolescência e dói os ossos (tá,eu cresci pouco, não senti essa dor,mas tinha uma amiga que urrava de dor )? Enfim,crescer dói.

Mas e dá pra crescer sem dor? Claro que sim. Mas não podemos negar a dor  e estigmatizá-la como algo ruim somente. Viver é o saldo entre as perdas e ganhos, diretamente proporcionais ás escolhas. Além disso, acredito que além de escolhas, precisamos viver reconhecendo o outro em sociedade. Sejamos MAIS, mais humanos, mais flexíveis, mais presentes e bora espalhar o amor né Marília? (ps: coloquei o título no teu texto hehe)

Fala aí Marília Barcellos de Freitas:

ESPALHE AMOR

Precisa perder pra dar valor?

Precisa ser assaltado pra começar a avisar que tá chegando?

Precisa tomar um torrão pra começar a usar protetor solar?

Precisa sofrer um acidente pra ir de über se for beber?

Precisa doer pra virar lição?

Foi ao assistir uma palestra do Marcelo Yuka, em setembro de 2012, que me deparei fazendo mais profundamente esta reflexão. Ele falava sobre a dificuldade que temos em aprender pelo amor. Sobre a solidez daquilo que introjetamos quando vem através do que é bom.

Foi um relato do quanto conviver com uma pessoa deficiente passa ser uma oportunidade.

Aí vieram as paraolimpíadas. Cada vez mais vemos deficientes superando algo que alguém sem aquela deficiência pode fazer. Quem de nós aprendeu?

Aí vieram os bilhetinhos da Jalusa aos vizinhos. Para mostrar que não necessariamente é físico, mas a superação também é emocional. Me peguei pensando nisso novamente. Quantos de nós não amargamos solidão que poderiam ter sido sanadas por tal bilhetinho? Quem de nós aprendeu a lição dos bilhetinhos da Jalusa?

Estou num momento de transição. Mudanças no trabalho, mudança de casa – só não mudo de marido!

Prometi para mim mesma, meus próximos vizinhos que me aguardem! Saberão que cheguei!

Desde 2012 este é um desafio pessoal: aprender pelo amor. Fosse um desafio global estaríamos tão mais atentos às lições que se assanham nas nossas vistas.

Obrigada Jalusa por naquele dia ter amenizado minha miopia. 🙂

 

A difícil arte de engolir sapos

Padrão

 

 

 

sapo

Fonte da foto: http://www.industriecreative.it/ignoranza-artificiale-rana-lessa/

Eu sou impulsiva. Tenho essa coisa de iniciar, sou ousada nos meus sonhos, contesto o  status quo e não desisto até conseguir o sim.

É “bota” difícil para mim o enfrentamento com quem é inflexível comigo. Mas, aí graças ao processo de coaching que venho fazendo, agora eu vejo que eu também não sou santa de gênio (auto-conhecimento é tudo kkk).

Quem tem a iniciativa acaba sendo muitas vezes podada, porque as vezes age sem considerar o cenário e esquece algo que algumas pessoas amam nas empresa: a hierarquia verticalizada. Ou em outras palavras: manda quem pode, obedece quem tem juízo.

Como a minha estratégia sempre foi: tenho a ideia, ajo e falo para todos, no grupo, o preço é que levo tiro, porrada e bomba.

Frases do tipo:Quem mandou tu fazer isso? Como tu ousa a fazer isso sem a minha autorização?

Na hora juro que tento me conter, sei que engolir sapo é uma arte.

Depois do  início do meu processo de coaching, comecei a tentar fazer uma análise para diferenciar se é um SAPO ou aquele NÃO é apenas uma aprendizagem alavanca.

Para mim agora, só é sapo se é uma crítica infundada (do tipo: não sei, não quero saber o que é isso que tu fez, se é bom ou não, apenas não quero que seja feito)..

Se ele (o tomador de decisão para que minha ação prossiga) fala que não é o momento, ok. Significa que haverá um momento. Significa que ele vai pensar. Beleza, não me desmotivo tanto. Ps: apesar de que, também como me conheço, sei que não vou esperar para todo sempre.

Então, concluindo essa “saparada” toda aqui: o sapo que não engulo é o NÃO pela vaidade, pelo ego, pelo simples motivo que a ideia não é dele. Eis um sapo cururu que vou ter que me desenvolver muito mais para eu engolir. Será que um dia eu aprendo?

E você, o que acha disso?

 

 

 

Empatia no trabalho, por Michele Cioccari e Jalusa Galant

Padrão

Ser empático, ou seja colocar-se no lugar do outro. No trabalho, essa habilidade muitas vezes é esquecida e nem mesmo valorizada pelas empresas.

Hoje começo aqui no Blog a série de textos sobre temas, onde propus para amigos conhecidos e desconhecidos pensarem comigo sobre a vida, nossos papéis nela e toda a complexidade de sermos humanos.

Fala aí Michele:

Não sou mãe. Mas entendo.

O fato é que nunca quis ser mãe. Nem me casar. Sei lá. Nunca achei que fosse para mim.

Ah! Tenho 38 anos, sou servidora pública. Tive namorados. Desde os 15. Até os 36. Não sei se encerrei a carreira, but… por ora… como diz meu pai, vamos aguardar.

Mas, no serviço público, há algo de muito… estou procurando a palavra… desculpa, não achei. Normal! As pessoas se encontram, namoram, casam, tem filhos. E a vida segue.

E pessoas como eu, que não se casaram, nem tem filhos… hummm.. nessa idade?! Meio estranho… mas pode levar mais trabalho para casa, já que tá livre?

Poderia ser isso, e é!

Mas nem sempre!

A linha parece ser pá de lá pá de cá com certas pessoas. Eu entendo ser importante a cor do cocô do filho dela e a explanação é dita enquanto faço um relatório. E ela ouve de mim coisas de trabalho às 4 da tarde de domingo ou comidinha gourmet quarta à noite – amo cozinhar. E nos entendemos.

E a vida segue. Pra mim, para ela.

Empatia no trabalho, por Jalusa:

Eu viajo bastante. Isso faz com que eu tenha que me organizar em casa, com meu marido e minhas cadelas. Viver em um hotel muitas das vezes 04 dias da semana fora, apesar de eu amar o que faço, na finaleira eu estou “na capa da gaita”. Acabada física e emocionalmente.

E já que o tema é empatia, no mundico corporativo, tiro de letra, quase tudo. Menos a insensibilidade de quem enxerga só as planilhas de custos e não olha as pessoas que estão por de trás delas.

Há tempo apenas citei em uma postagem que os indicadores possuem segredos internos, ou seja, que existem frases que não cabem em indicadores: https://jajagalant.com/2014/06/05/frases-que-nao-cabem-nos-indicadores/

E isso tem tudo a ver com olhar o outro, entender o contexto pessoal, econômico e emocional antes de julgá-lo.

E quando tu nunca viveu a rotina do outro, tende a fazer julgamentos somente pela tua visão e talvez, nem queiras se colocar no lugar do outro, uma porque isso poderá não ser cultura na empresa e duas isso dá mais esse trabalho.

Eu sei que as empresas possuem políticas de diminuir custos, ademais em tempos bicudos e de crise.

Mas penso (eu e essa minha mania de pensar), a empresa que quiser efetivamente ter o retorno financeiro cada vez maior e sustentável, diminuindo a rotatividade da equipe é imprescindível desenvolver o aspecto humano em todas as áreas. E quer coisa mais humana que olhar e se colocar no lugar do outro?

Como então D. Jalusa tu trabalharias a empatia no trabalho? No mundo dos sonhos, eu proporia á Diretoria de RH e MKT uma campanha de conscientização chamada: VESTINDO O CHAPÉU DO OUTRO.

O primeiro momento da campanha, seria colocar o nome de todos os colaboradores em um chapéu e gravar vídeo desse chapéu circulando pela empresa e onde todo (incluindo Presidente e Diretorias) ao retirar o papel (onde constaria o nome, cargo e setor do colega) teria no máximo 02 minutos para dizer o que imagina que seria mais difícil no dia a dia do colega que ele sorteou.

E assim dupla por dupla iria ter 01 dia trocado e finalizaria a campanha com um encontro (um café da manhã, por exemplo) onde iriam conversar sobre essa experiência e seria gravado um vídeo do ANTES e DEPOIS da experiência.

Vocês devem estar pensando: AH, mas isso iria dar muito trabalho.

Mas vem cá, me diz uma melhoria de clima organizacional que não dá?

E não sou eu que estou dizendo, coloca no Google: Empresas mais humanizadas e resultados.

Trago apenas 01 dos links que encontramos nessa pesquisa:

http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/gestao-humanizada-aumentando-a-produtividade-e-retendo-talentos/80179/

E você, o que acha disso?

Escreve nos comentários.

Qual o teu e-mail e qual temas queres falar?

Bjaluss