Espalhe amor

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(Fonte da imagem):

http://www.frasesparaoface.com/frases-lindas-de-amor/page/10/

Oi gente

Tive que chorar no vídeo do Facebook live e recebi dois textos kkk

O primeiro é de uma amiga querida e de longa data , uma psicóloga cheia de habilidades, super mãe e mulher.

Ela fala há muito tempo sobre espalharmos amor. E ao contrário do que ela escreveu eu não inspirei a ela. Já estava tudo lá, dentro dela. Ela , assim como eu (e pela quantidade de gente que gostou da minha iniciativa dos bilhetes para os vizinhos) temos tudo para mover os outros através do exemplo. É que na maioria das vezes fazemos isso em silêncio.Não comunicamos. Acho que porque tudo parece tão pequeno, como se todo gesto tenha que ser mega para ter valor.

Sempre acreditei que precisamos ir ao encontro do outro. É preciso estarmos mais presentes para sentirmos mais. Mesmo que o sentir seja uma dor do processo de aprendizagem. Sabe quando a gente cresce na adolescência e dói os ossos (tá,eu cresci pouco, não senti essa dor,mas tinha uma amiga que urrava de dor )? Enfim,crescer dói.

Mas e dá pra crescer sem dor? Claro que sim. Mas não podemos negar a dor  e estigmatizá-la como algo ruim somente. Viver é o saldo entre as perdas e ganhos, diretamente proporcionais ás escolhas. Além disso, acredito que além de escolhas, precisamos viver reconhecendo o outro em sociedade. Sejamos MAIS, mais humanos, mais flexíveis, mais presentes e bora espalhar o amor né Marília? (ps: coloquei o título no teu texto hehe)

Fala aí Marília Barcellos de Freitas:

ESPALHE AMOR

Precisa perder pra dar valor?

Precisa ser assaltado pra começar a avisar que tá chegando?

Precisa tomar um torrão pra começar a usar protetor solar?

Precisa sofrer um acidente pra ir de über se for beber?

Precisa doer pra virar lição?

Foi ao assistir uma palestra do Marcelo Yuka, em setembro de 2012, que me deparei fazendo mais profundamente esta reflexão. Ele falava sobre a dificuldade que temos em aprender pelo amor. Sobre a solidez daquilo que introjetamos quando vem através do que é bom.

Foi um relato do quanto conviver com uma pessoa deficiente passa ser uma oportunidade.

Aí vieram as paraolimpíadas. Cada vez mais vemos deficientes superando algo que alguém sem aquela deficiência pode fazer. Quem de nós aprendeu?

Aí vieram os bilhetinhos da Jalusa aos vizinhos. Para mostrar que não necessariamente é físico, mas a superação também é emocional. Me peguei pensando nisso novamente. Quantos de nós não amargamos solidão que poderiam ter sido sanadas por tal bilhetinho? Quem de nós aprendeu a lição dos bilhetinhos da Jalusa?

Estou num momento de transição. Mudanças no trabalho, mudança de casa – só não mudo de marido!

Prometi para mim mesma, meus próximos vizinhos que me aguardem! Saberão que cheguei!

Desde 2012 este é um desafio pessoal: aprender pelo amor. Fosse um desafio global estaríamos tão mais atentos às lições que se assanham nas nossas vistas.

Obrigada Jalusa por naquele dia ter amenizado minha miopia. 🙂

 

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